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Instalação do Power Embedded

O que é o processo de instalação

O processo de instalação do Power Embedded consiste na preparação e configuração do ambiente da organização para permitir a integração segura do portal com o Microsoft Azure e o Power BI/Fabric.

Durante a instalação, são realizadas configurações no Azure, no Portal de Administração do Power BI/Fabric e nos próprios portais do Power Embedded. Essas configurações estabelecem as permissões necessárias para que o portal possa acessar e gerenciar os recursos do ambiente, como capacidades, workspaces, relatórios e modelos semânticos.

Todo o processo é realizado em conjunto durante a reunião de instalação, com o acompanhamento do time responsável pelo Power Embedded.

Para que a instalação seja realizada corretamente, é necessário garantir a participação de usuários com as permissões administrativas adequadas nos ambientes envolvidos.

Pré Requisitos:

Durante a instalação, será necessária a participação de:

  1. Azure Global Administrator: responsável pelas configurações necessárias no Azure, incluindo a criação e configuração do aplicativo e do grupo de segurança.

  2. Fabric Administrator: responsável pelas configurações administrativas no Power BI/Fabric e pela preparação dos workspaces e da capacidade.

  3. Administrador do Power Embedded: responsável pela configuração inicial do portal e pela criação dos primeiros usuários administradores.

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Importante: recomenda-se que os usuários com as permissões necessárias estejam disponíveis durante toda a reunião de instalação. A ausência de uma dessas permissões pode impedir a conclusão de determinadas etapas do processo.

Configurações no Azure:

As primeiras etapas da instalação são realizadas no Portal do Azure e devem ser executadas por um usuário com permissão de Azure Global Administrator.

Durante essa etapa, serão realizadas as seguintes configurações:

  1. Criar um aplicativo no Azure AD: acessar a área de Registros de aplicativos e criar o aplicativo que será utilizado pelo Power Embedded para realizar a integração com o ambiente.

  2. Criar um grupo no Azure AD: criar um grupo de segurança que será utilizado para controlar as permissões necessárias à integração

  3. Adicionar o aplicativo ao grupo: adicionar o Service Principal do aplicativo recém-criado ao grupo de segurança.

  4. Criar a capacidade: criar o recurso Power BI Embedded ou Microsoft Fabric no Azure

  5. Conceder a função Contributor: adicionar o Service Principal à função Contributor na capacidade criada.

  6. Conceder a função Power BI Capacity Administrator: adicionar o Service Principal como Power BI Capacity Administrator da capacidade

  7. Autorizar o aplicativo no Portal de Administração: acessar o Portal de Administração do Power Embedded e autorizar o aplicativo na organização. No primeiro acesso, será exibida uma janela solicitando o consentimento. Após a autorização, devem ser criados os primeiros usuários com perfil de Administrador.

  8. Autorizar o aplicativo no Portal de Visualização: acessar o Portal de Visualização do Power Embedded e realizar a autorização do aplicativo na organização. Assim como no Portal de Administração, um pop-up será exibido no primeiro acesso solicitando o consentimento.

Configurações no Portal de Administração do Power BI/Fabric

Após as configurações no Azure, algumas definições precisam ser realizadas no Portal de Administração do Power BI/Fabric.

Essas configurações devem ser executadas por um usuário com permissão de Fabric Administrator.

Configurações de locatários

É necessário habilitar as configurações abaixo e permitir que o grupo do Azure AD criado durante a instalação utilize essas funcionalidades:

  1. Inserir conteúdo em aplicativos;

  2. As entidades de serviço podem usar APIs do Fabric;

  3. As entidades de serviço podem acessar APIs de administrador somente leitura;

  4. Aprimorar as respostas das APIs de administração com metadados detalhados;

  5. Permitir pontos de extremidade XMLA e analisar no Excel com modelos semânticos locais.

Essas configurações permitem que o Power Embedded realize as integrações necessárias com o ambiente do Power BI/Fabric.

Configuração dos workspaces

Também é necessário preparar os workspaces que serão utilizados pelo portal.

Nessa etapa, é possível:

  1. Associar os workspaces existentes à capacidade contratada ou à capacidade de avaliação (Trial); ou

  2. Criar novos workspaces para realizar uma migração em paralelo.

Após a definição dos workspaces, o grupo do Azure AD criado durante a instalação deverá ser adicionado como administrador dos workspaces.

Permissões para gerenciamento da capacidade

O Power Embedded possui recursos que permitem aos administradores do portal gerenciar a capacidade diretamente pela plataforma. Entre as possibilidades estão ligar, desligar e alterar o SKU da capacidade, seja manualmente, sob demanda ou por meio de um agendamento.

Para utilizar esses recursos, é necessário conceder ao Service Principal as permissões adequadas na capacidade, por meio do Portal do Azure.

As permissões são:

  1. Contributor: adicionar o Service Principal à função Contributor da capacidade.

  2. Power BI Capacity Administrator: adicionar o Service Principal como Power BI Capacity Administrator da capacidade.

Para acessar o passo a passo do gerenciamento de permissões, acesse Permissões Azure.

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Importante: as permissões de Contributor e Power BI Capacity Administrator são necessárias somente quando a organização deseja permitir que o Power Embedded gerencie a capacidade. Caso o gerenciamento da capacidade seja realizado diretamente pelo administrador no Azure, essas permissões não são necessárias.

Observação: essas configurações são opcionais quando a organização estiver utilizando o Trial do Microsoft Fabric, conforme o cenário de gerenciamento adotado.

Visão geral do processo:

De forma resumida, o processo de instalação pode ser dividido em quatro etapas:

1. Azure: Criação e configuração do aplicativo, grupo de segurança e, quando aplicável, da capacidade.

2. Power BI/Fabric: Configuração das permissões de locatário, preparação dos workspaces e associação à capacidade.

3. Power Embedded: Autorização do aplicativo nos portais e configuração inicial dos administradores.

4. Gerenciamento da capacidade — opcional Concessão das permissões necessárias caso a organização queira permitir que o Power Embedded realize o gerenciamento da capacidade.

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